10 dicas de estratégia de mobilidade para mercados emergentes

Consumidores em economias emergentes substituíram as velhas linhas fixas e PCs diretamente por telefones móveis. Mas isso não quer dizer que CIOS destas regiões não encontrem problemas ao montar empreendimentos mobile.

“Implementar um projeto de sucesso [em países emergentes] é totalmente diferente em termos de desafios culturais, maturidade de pensamento e presença de vendedores se compararmos aos mesmos procesoss nos Estados Unidos ou no Reino Unido”, pontua o fundador e principal analista da Greyhound Research de Nova Délhi, Sanchit Vir Gogia.

A empresa recentemente entrevistou cerca de 100 CIOs dos mercados Ásia/Pacífico e África/Oriente Médio. O resultado foi a pesquisa “Aproveitando a onda de mobilidade empresarial: Como os CIOs estão cuidando disso?”, que mostra que as empresas estão investindo em mobilidade, enquanto CIOs encaram questões inquietantes.

Aqui estão 10 coisas que os CIOs devem lembrar quando implementarem aplicações de mobilidade em mercados emergentes:

1. É um móvel mundo móvel

Companhia de sucesso entendem que telefones móveis são mais importantes que computadores pessoais ou linhas fixas neste mundo em desenvolvimento. Dos CIOs entrevistados, mais de 70% disseram que estão esperando aumentar os gastos em aplicações já existentes para celulares, e mais de 65% disseram que planejam ou já estão expandindo a TI móvel.

2. Mobilidade é bagunça

Criar aplicações móveis causa grandes dores de cabeça. Dos CIOs entrevistados, 52% reportaram confusão entre as melhores formas de criar aplicações móveis e seguras; e 32% disseram que encaram desafios significativos para fazê-las funcionar em diversos sistemas operacionais e dispositivos.

3. Apressados também podem ser retardatários

Sim, mercados emergentes têm apressado o desenvolvimento de países em alguns pontos, mas eles continuam atrasados em outros.  BYOD é notavelmente menos comum nesses lugares porque tablets, como o iPad por exemplo, demoraram a chegar aos mercados.

4. Obtenha uma escala maior

A escala apresenta alguns desafios, especialmente na China e na Índia. Algumas fábricas empregam meio milhão de pessoas. Esse número muito grande de usuários torna a mobilidade um desafio em qualquer ambiente.

5. Redes podem ser inconstantes

Sim, tudo é mobilidade. Mas mobilidade não está presente em todos os locais. CIOs não podem esperar a mesma qualidade e cobertura de redes móveis de mercados estabelecidos em mercados emergentes.

6. Sócios não são necessariamente maduros

O conhecimento em mobilidade está em alta, mas empresas de outsourcing mais tradicionais precisam desenvolver o experiência em mercados emergentes. Especialistas em mobile como a Mobile Iron ainda estão construindo sua reputação, atesta Gogia. Os CIOs precisam fazer as devidas diligências antes de assinar contratos.

7. Comece simples

CIOs regionais dizem que e-mail e ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente (CRM, na sigla em inglês) são as aplicações móveis mais comuns, seguidas por gerenciamento de pagamentos e de business inteligente (BI). Aplicativos baseados na nuvem podem se mostrar difíceis pela questão da segurança.

8. Cerre os dentes

Se você está trabalhando com companhias locais, ou adquirindo-as, esteja preparado para aplicações ultrapassadas, difíceis de serem trazidas para celulares. “Aplicativos ultrapassados são um problema, muitos não são compatíveis com dispositivos móveis”, explica Gogia.

9. Dê tempo ao tempo

“A transição de TI para um país como a China não é algo que pode ser feitos em 6 meses, ou talvez em um ano ou dois”, atesta Gogia.

10. Utilize jogos mentais

Projetos mobile de sucesso em países emergentes demandam mentalidade diferente de mercados estabelecidos. Os CIOs não devem:

– Assumir que é um negócio comum, mesmo para relações estabelecidas com fornecedores.

– Esperar que normas culturais sejam parecidas entre um mercado e outro.

– Acreditar que a infraestrutura estará pronta.

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